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Educação do Campo

Educação do Campo

A Educação do Campo tem origem nas lutas dos movimentos sociais, como exemplo, o Movimento Sem Terra (MST), que luta pela implantação de escolas públicas nas áreas de Reforma Agrária. Surge também como crítica ao atual estágio da educação no Brasil, excludente, e com o objetivo de lutar por um debate pedagógico que tenha como ponto central as relações sociais concretas nas comunidades.

No entanto, para a efetivação da Educação do Campo se faz necessário que ela seja pensada/trabalhada na tríade:
CAMPO: espaço geográfico de fato e não apenas uma ideia, com sujeitos de direitos;
POLÍTICA PÚBLICA: que favoreça o desenvolvimento da agricultura familiar com recursos significativos assegurados para um todo, e não como vemos hoje, um volume de recursos exorbitantes para o agronegócio;
EDUCAÇÃO: uma política de educação para a classe trabalhadora que sempre foi excluída ou vista apenas como mão de obra para as indústrias.

Hoje, a Educação do Campo vem se inserindo nas esferas: Federal, Estadual e Municipal, provocando mudanças nas estruturas de ensino, construindo parcerias entre o poder público através das secretárias de educação e dos movimentos sociais, forçando novas reflexões sobre o papel da educação para o desenvolvimento social, econômico e político do país.

O Esplar em parceria com a We Wold Brasil e com as secretarias de educação dos municípios de Monsenhor Tabosa, Nova Russas e Tamboril, todos do estado do Ceará, a partir do ano de 2011, desenvolvem ações para o fortalecimento da Educação do Campo através da formação de 100 professores de 30 escolas distribuídas em 28 comunidades (de assentamentos ou distritos dos municípios) através de oficinas que beneficiam 1.500 crianças da educação infantil ao ensino fundamental I e II das respectivas escolas.

As formações e oficinas tem como objetivo discutir temas de interesse das comunidades e das linhas de atuação do Esplar como: meio ambiente, agroecologia, relações de gênero, Estatuto da Criança e do Adolescente, orçamento público, soberania, Segurança Alimentar e Nutricional – SAN.

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