Numa época em que os agricultores e agricultoras do Ceará não tinham sementes para plantar e precisavam trabalhar de graça para conseguí-las, a sociedade civil uniu-se pela criação de bancos comunitários de sementes crioulas. Iniciada pelo Esplar em 1991, a Rede de Intercâmbio de Sementes, RIS, chegou a congregar mais de 14 mil pessoas em 15 municípios.

Publicado em Memórias do Esplar